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quarta-feira, 23 de março de 2016

Goth/Metal In Berlin - Guia da noite alternativa berlinense

Honestamente, estou até meio sem jeito de começar esse post visto o meu sumiçasso do blog, rs. Mas isso se deve como vocês já devem ter imaginado ao meu trimestre na Alemanha, que acabou me impossibitando de elaborar conteúdo pelo escassíssimo tempo. E como vocês sabem, eu detesto atualizar blog só por "atualizar", sabe? Então de fato, estive esperando desde que cheguei por um momento bom de paz existencial para começar à soltar tudotudotudo que vocês vem me pedindo- E eu também tenho para contar da viagem! Se preparem que não é pouco. Aliás, se eu dissesse "muito" seria um eufemismo...
Resolvi então começar por um dos pontos mais altos da coisa toda (Se não o mais!). Sim. Ela mesmo: A vida noturna alternativa e a cena underground de Berlim. 
Considerando a falta de informações disponíveis sobre o meio metal extremo/gótico, estava empolgadíssima para divulgar as minhas experiências e descobertas ao longo do meu inesquecível tempo morando lá. Elaborei então uma espécie de "guia" para orientar um pouco sobre onde um "amante da escuridão" querendo se divertir, DEVE visitar na cidade.
No inverno a noite chega às 16h em ponto todos os dias. O céu escurece rapidamente e o frio aumente mais ainda. Mas o anoitecer, muitas vezes encarados por nós como hora de recolher-se, para o berlinense tem um sentido totalmente diferente. A cidade ganha vida no escuro e confirma a fama de capital alternativa, pois são centenas de opções para todos os mais variados (e exóticos) gostos. Lá tem de tudo! Posso com a maior certeza dizer-lhes que pelo menos para mim, não há cidade melhor para festas.
Logo na segunda semana, tive o meu primeiro contato com a cena gótica da cidade. Fui convidada pelo meu irmão alemão à uma "misteriosa festa" que eu honestamente não me empolguei por pensar que não seria coisa do meu gosto. Me enganei, pois ele havia pesquisado justamente algum lugar "trevosinho"que fosse me agradar- E agradou. Aliás, muito além disso! Fomos ao DunckerClub, um pequeno e escondido clube próximo à estação do S-Bahn Prenzlauer Alle, em Prenzlauer Berg, numa noite "trad-goth", synth 80's e medieval. O lugar é um dos principais QG's da cena, com a famosa Montags Duncker, festa que acontece todas as segudas-feiras que reúne a subcultura local. Justamente a festa que eu fui. O lugar não é tão grande, tem com uma decoração única em estilo "Transilvânia", pista de dança e um bar bem legal. Também existe uma área de fumantes com algumas mesinhas e cadeiras. A minha noite por lá foi a primeira grande. Tocou muito Sisters of Mercy, Siouxie, Joy Division, Depeche Mode e por aí vai. Foi a noite em que conheci os meus amigos alemães que me acompanharam pelas festas e bares até os meus últimos dias na Alemanha. Pessoas maravilhosas por sinal que mantenho contanto até hoje e mal espero re-ver.
O Duncker também é famoso pela arquitetura bem fechada e curiosa da área externa, onde é possível dar uma "espiadinha" na festa acontecendo lá dentro por um olho mágico.
É tambem a primeira e mais tradicional casa Post-Punk da cidade.
Finalmente, o meu lugar favorito da vida. Se você gosta de dançar muito, um clube grande e com várias opções de ambiente, a K17 ou "Kasi" é o paraíso. A casa é famosa em ambas cenas de metal e gótico em berlim pois é conhecida pelas noitadas de música extrema. O lugar é enorme, são 2 prédios com 3 andares cada mais uma área externa com foodtruck, bar e um pátio. É famosa por realizar shows de metal semanalmente de bandas de death, black e outros estilos de metal. Aos fins de semana, acontecem as festas grandes com estilos determinados. Mas cada andar tem uma pista tocando um estilo, desde a pista "cyber" com EBM, Industrial e etc, o andar death/black metal até os clássicos do rock 80's e synth. Perdi a conta de quantas vezes fui lá, e todas sem excessão foram maravilhosas. Como fã de EBM posso dizer que lá é a melhor opção- Em especial a festa Electro Rebel e Hellectro (que eu não perdia por nada!). Nesses dias rolava Combichrist, Eisenfunk, Suicide Commando, Hocico, Centhron...Todo mundo no industrial dance sem parar!  A casa costuma lotar geralmente também nas festas especiais do Rammstein, que são igualmente incríveis.
A K17 fica em Friedrichsein, próxima ao S-Bahn Frankfurter Alle, num bequinho escondido. É aquela luz vermelha no fundão, rs! A entrada geralmente é grátis até 23h e mesmo indo desacompanhado você com certeza fará amigos e terá uma noite daquelas hahaha.
O lugar é enorme e cheio de ambientes, aí são só alguns. Esses aí embaixo são os meus copos da K17 que guardei de lembrança :)
O último lugar para festa propriamente dito é o mundialmente famoso Last Cathedral horror bar, no Rosa-Luxemburg Platz, próximo ao centro. É um bar temático de terror muito conhecido e tradicional, sobretudo no início dos 2000s. Atualmente as festas não estão tão cheias por já ser um lugar "manjado" da cena, mas mesmo assim é um must-go e é de fato incrível. O lugar é bizarramente decorado em cada detalhe, cheio de caixões, caveiras etc espalhados. No subterrâneo tem várias mesas, um bar maravilhoso e uma pista de dança não muito grande. Dependendo do dia, toca-se estilos diferentes, portanto no dia em que estive lá variou bastante. Teve Blutengel, Type O Negative, Depeche Mode, Clan of Xymox, God Module, HIM, etc.
O bar é o ponto alto, e é famoso pelo Absinto e outros drinks temáticos.
Se festa não for o seu estilo, ou se você prefere uma noite mais "TRUE", também existe um leque de opções de bares de metal e metal extremo em Berlin, principalmente pela área de Kreuzberg. Visitei alguns e não queria sair de lá nunca mais, rs.
O mais conhecido é o Paule's Metal Eck, na tradução "Esquina de metal do Paule", que fica aos arredores de Ostkreuz. O bar é bem grande e bem frequentado pela cena headbanger. Sinta-se em casa ao entrar e deparar-se com bodes e pentagramas pelas paredes e tetos e até mesmo nos banheiros. As paredes também são lotadas com posteres, autógrafos e logos de bandas louvadas do Black e Death Metal. Sem falar é claro, na trilha sonora de primeiríssima qualidade o tempo todo. Watain, Suffocation, Mayhem, Malevolent Creation, Marduk, Morbid Angel, etc. O lugar também tem como especialidade a típica cerveja berlinense, a Becks no bar.
Uma quadra depois fica o underground e não tão conhecido Blackland. Como o nome já sugere, esse é o ponto de encontro true da cena Black Metal. Não muito diferente do Paules, porém com decoração predominantemente preta e "malvada". Pentagramas e símbolos satânicos lá reinam, junto a posteres do underground do metal negro berlinense etc. Lá você escuta Merrimack, Dissection, Satyricon, Taake, e mais um monte de coisa boa. Também, sem esquecer dos clássicos da casa, como o Motorhead por exemplo.
Pelas redondezas, ainda existem mais 2 ou 3 opções de bares voltados ao público metal, basta mover-se mais algumas quadras.
Se você curte Hidromel, Folk/Viking metal e todo um ambiente estilo Mittleälter, recomendo também a visita ao Rock&Wikinger Bar, que fica em Friedrichsein e costuma lotar antes das festas na K17 começarem.
Espero que tenham gostado do meu pequeno guia, e espero que seja últil também.
Aguardem, pois mais posts sobre a minha viagem estão por vir.
Até.

domingo, 19 de julho de 2015

TAG - 10 Un-Goth Confessions

Hoje vim fazer aqui no blog uma espécie de "tag" muito descontraída que está circulando bastante no meio dos blogueiros/vlogueiros alternativos que seguem a subcultura gótica- As minhas "10 confissões não-góticas", ou como o original, as "10 Un-Goth Confessions".
Esse é um tipo de post divertido de se fazer, que aliás eu sempre quis tentar, afinal tenho muitas confissões, rs. Mas o real intuito na verdade, é mostrar às pessoas que não somos bem aqueles "morcegões" o tempo todo; mostrar também que cada um de nós tem a sua própria personalidade, que somos diferentes, e que essas coisas todas não nos fazem mais/menos góticos ou menos participantes na subcultura, como alguns elitistas insistem em rotular.
Enfim, vamos a hora da verdade-

1- Preto NÃO é a minha cor favorita.
Sim, na verdade a minha cor favorita é branco, o que é bem inesperado, não é mesmo? Preto é uma cor linda, e está entre as minhas 3 favoritas, que são: branco, vinho/bordô e preto. Preto é na verdade, a minha cor favorita para me vestir, maquiar, etc.

2 - O meu estilo musical favorito é metal extremo.
Doom metal, seguido por Death metal, Black metal, Gothic, Industrial etc. O que é uma ofensa enorme aos "góticos de carteirinha" que parecem ter alguma aversão à headbangers/metalheads inseridos no meio gótico, já que o politicamente correto da coisa seria escutar post-punk, deathrock e afins. De qualquer jeito, o meu gosto musical é variadíssimo, e eu adoro o rock gótico tradicional e todas essas outras coisas também.

3 - Eu AMO dance music dos anos 90.
Bizarro não é? Por essa ninguém esperava, rs. Mas quem me conhece mais a fundo, sabe que eu não resisto quando tocam os sucessos da década de 1990-2000. Essas músicas marcaram a minha infância e me lembram momentos felizes, já que era o que tocava como "música ambiente" durante o meu crescimento. Se começar a tocar algo da época, como por exemplo Corona, Eric Prydz, Eurythmics, eu sou a primeira a sair dançando e cantarolando todas as letras kkkk. (a.k.a. soltando a franga). Queria muito ter vivido nessa época, sério.

4 - Sou apaixonada por mangá, anime, lolita, visual kei e cultura pop japonesa- E inclusive, o meu sonho era viajar pro Japão.
Sonho realizado há exatamente um ano, quando viajei o Japão inteiro de ponta a ponta e tive a melhor experiência cultural da minha vida. Eu desde sempre adorei ler mangás e assistir animes, eu realmente acho a arte muito bonita, sem falar das maravilhosas e envolventes tramas que eles geralmente tem. É um ótimo passatempo lê-los, ainda mais pra pessoas como eu, que amam desenhar, pois servem como uma ótima fonte de referência e inspiração. De uns anos pra cá eu parei um pouco porque não tenho tido tempo livre, mas não vejo a hora de voltar.
Fora isso, eu adoro todas as coisas fofinhas e a cultura do "kawaii" dos japoneses. Hello Kitty e amigos, Gloomy Bear, Doraemon, lacinhos, balinhas, cores neon, bichinhos fofos e tudo mais que você possa imaginar como o oposto do que um gótico tipicamente gostaria. kkkk

5 - Meu filme favorito é A Viagem de Chihiro.
Mais coisa japonesa, não é mesmo Ariel (kkk). Não tenho muito o que dizer sobre esse fato, além de que foi provavelmente a coisa mais marcante na minha infância, que eu já assisti mais de 200 vezes (sem brincadeira), que eu também fiz isso com todos os filmes do Hayao Miyazaki, e que foi a trilha sonora do filme que me inspirou à estudar piano. Ah, também tem a questão de eu saber todas as falas de cor e sempre chorar muito ao ouvir as músicas da trilha sonora.

6 - Não conheço/ando com góticos na prática.
A maioria dos meus amigos são pessoas normais, na real não ando com muita gente alternativa, e provavelmente a maioria dos alts que eu conheço e saio com são headbangers/metalheads- Não com góticos.

7 - Eu não gosto de tatuagens. 
Nada contra, mas não gosto em mim, apenas. Não sei, pode parecer estranho, mas ainda hoje em dia tem gente que julga os outros menos "brutal" por não ter tattoos. Bizarro, não é? Fora isso, eu adoro bodymods, como por exemplo piercings.

8 - Eu compro a maioria das minhas roupas em lojas não-góticas.
A maioria das minhas peças de roupa são aqueles pretos básicos que você encontra em lojas normais- Eu acho algumas lojas especializadas em moda gótica um pouco abusivas quanto ao preço, e nem sempre tem coisas de qualidade boa ou que me agradem.

9 - O meu cabelo não é preto.
Isso parece quase que uma obrigação não é mesmo? Não tenho de verdade vontade de pintar o meu cabelo, embora isso seja praticamente uma "regrinha" da subcultura. Gosto do meu cabelo na cor natural que é uma mistura de cobre com loiro escuro; o que é não é nada "trevoso".

10 - Eu não frequento cemitérios.
São lugares bonitos e tranquilos, mas eu nunca tive vontade alguma de visitá-los para passear ou sei lá. Eu prefiro andar em algum bosque ou em algum lugar com vegetação do que em meio a restos mortais alheios, rs.

Então por hoje é só, eu acho... Espero que vocês tenham gostado e que riam bastante e zoem das minhas confissões.
Também deixo o convite a quem quiser responder a tag que é muito legal mesmo, de verdade.

Até,
Ariel

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Photoshoot + OOTD - Widow's Weeds

Hey, como estão? Então; não faz muito tempo desde a última postagem, mas como segunda-feira é sempre mais vazio em termos de rotina pra mim, resolvi fazer logo a postagem planejada para essa semana.
Fiz esse sábado mais um ensaio fotográfico externo, no mesmo maravilhoso cenário do meu último- no Parque Lage - RJ. Quem me segue no Instagram com certeza já deve ter visto pelo menos uma das fotos do ensaio, e aqui resolvi mostrar mais algumas selecionadas das que mais me agradaram. Foram poucos cliques já que o tempo era curto e também pela chuva, que nos atrapalhou por ser em um bosque sem muitas áreas cobertas para fotografar. Mas no geral, foi uma tarde divertida, e o resultado me agradou muito - Certamente, alguns desses cliques entrarão para o meu portfolio em breve.
Vale lembrar também, que as fotos estão nuas e cruas, sem qualquer edição.
Também estavam comigo minhas lindíssimas amigas trevosas Larissa e Mariana, com quem tirei algumas fotos também - Aliás, eu adorei essa última com as 3 juntas :)
Essa foi a hora em que começou a chover, então fomos correndo atrás de algum abrigo coberto, na esperança de conseguir mais alguns cliques...
Eu me apaixonei por esta, com a Lari <3
Agora, falando um pouco sobre o meu "Outfit" do dia; Não tive muito tempo de pensar em uma produção mais elaborada (eu, como sempre atarefada), mas eu queria muito usar o meu t.u.k. novo que comprei no último Bazar Noir. Pretendia usar algum dos meus underbusts por cima dessa linda blusa estilo medieval (comprada na Mystic Fair), mas lembrei dessa minha "faixa" para cintura de PVC que eu comprei não muito tempo atrás e não havia usado ainda - foi ela então, no lugar de algum corset, pois ela já acintura bastante por si própria. 
Como acessório, usei o meu mais antigo crucifixo gótico que eu já não usava a bastante tempo.
A intenção era montar algum look ao estilo dos que eu uso no meu dia a dia, e acho que funcionou muito bem, pois é assim mesmo que eu ando por aí, rs.
Espero que tenham gostado das fotos,
Até a próxima,
Ariel

segunda-feira, 1 de junho de 2015

TAG: "The Goth TAG"

Há algum tempinho atrás eu havia visto em vários blogs essa TAG e ela havia me despertado bastante interesse quanto em respondê-la. Contudo, não havia achado ainda uma tradução, já que ela é originalmente em Inglês, e por isso meio que deixei a idéia pra-lá. Esses dias eu me deparei de novo com ela, e resolvi deixar de preguiça e traduzir (e adaptar, é claro) as perguntas para a nossa língua. Então, vamos às perguntas...?

1- A quanto tempo você é gótico?
Antes de qualquer coisa, eu já comentei algumas (diversas) vezes que essa é uma questão bem sutil pra mim, e que não, eu não me considero uma "gótica" rotulada e propriamente dita. Os que acompanham o Inexplicited já devem ter reparado na grande variedade de subculturas "obscuras" e estilos que o blog abrange-Isso tudo faz parte do meu gosto pessoal, que é igualmente variado. O meu estilo pessoal é só um reflexo direto de todos os meus gostos, sejam eles musicais, literários, e etc. Mas no geral eu me considero sim, parte da subcultura gótica e suas vertentes, e isso há alguns (vários) anos.
Provavelmente essa história toda de identificação com a subcultura vem desde a minha infância, mas lembro que foi com 8-9 anos que eu comecei a pesquisar mais sobre tudo isso e me interessar de fato.

2- Como você foi apresentada à subcultura gótica?
Em vários momentos da minha infância eu fui exposta à ela, mesmo sem saber muito bem o que tudo aquilo se tratava, rs. Lembro de quando eu era bem pequena, eu morava num condomínio onde tinham alguns adolescentes que se vestiam de preto e sempre saíam em grupo à noite. O que dispertava e muito a minha curiosidade por ser algo tão diferente. Eles também davam festas cheias de "neon"e música eletrônica e eu vivia perguntando a minha mãe do que se tratava. Ela respondia um pouco horrorizada, meio com medo, meio sem saber: "-São darks, filha." O que me deixava mais curiosa ainda. Fora isso, estávamos no início dos anos 2000, quando a subcultura ficou em evidência aqui no Brasil, em meio à várias outras (emos, grunges, rivetheads, clubbers, etc.) que também participaram nesse "boom" de tribos.

3- Qual subgênero do gótico você se encaixa?
Depende do meu humor... Em termos de vestuário eu diria que é uma mistura de gothic metal, com industrial/rivethead, um pouco do tradicional e do fetichista. Já em termos musicais e de gosto em geral não nego ser uma grande fan do que os cybergoths escutam; ouço EBM e várias outras vertentes de dark eletro e industrial. Fora o gothic metal, música clássica, post-punk e gothic rock. Também adoro metal extremo e várias outras coisas fora do gótico.

4- O que você acredita ser a base da subcultura?
A música, vestuário, literatura, filmes e ideais no geral. Acho que ser gótico é mais um estilo de vida, mais do que só usar roupas pretas e maquiagem escura. E também acho babaquice de alguns elitistas querer julgar uns "mais góticos que outros"; Cada um é o que se identifica com, e ponto final.

5- O que você não gosta em ser gótico?
É um pouco chato não ter muita gente que entende do que você gosta, ou até mesmo ter pessoas com quem possa conversar sobre. Também é chata a parte do preconceito, e de sempre tentarem lhe julgar pela aparência. Isso com o tempo você aprende a lidar, mas esse vai sempre ser o preço de ser excêntrico e ser diferente.

6- O que os seus pais acham disso tudo?
Isso é meio complicado, rs. Sei lá, não é como se eles fossem contra, mas, como todos os outros, provavelmente prefeririam ter uma filha menos diferente talvez. Gostando ou não, eles sabem que eu não iria mudar.

7- Sobrancelhas, ou sem sobrancelhas?
Recentemente sem. Eu sempre achei legal o fato de poder desenhar a sobrancelha como eu bem quisesse, e resolvi tentar.. Não é como se eu odiasse a minha natural, só queria experimentar tê-las raspadas, afinal acho muito bonito. Tenho um post falando mais sobre isso aqui.

8- Qual a sua banda favorita?
Não é bem "gótica"na verdade, mas, quem liga; Type O Negative é a minha resposta, definitivamente. (eu como grande fan de doom metal, tenho que honrar o estilo kkk)
Coisas góticas de fato, adoro o London After Midnight, The Sisters of Mercy, mas talvez o que eu mais escute sejam coisas do tipo Blutengel, Suicide Commando, Alien Vampires, Aesthetic Perfection, etc.

9- Sua opnião sobre Marilyn Manson?
Eu gosto dele, embora muita gente o odeie. Não vejo nada de errado na música dele, eu gosto. Também não entendo porque as pessoas o levam tão a sério se nem ele se leva a sério kkk. Ele é apenas uma pessoa excêntrica fazendo o que quer fazer, deixem o cara. Fora isso ele é inteligente e estiloso. O problema talvez sejam os fans dele, mas isso não vem ao caso.

10- Como foram os seus dias de "baby bat"?
Quem nunca teve aquela época trevosa que ia de lápis preto e bracelete do Lacrimosa pra escola que atire a primeira pedra! Fora isso eu me sentia um pouco solitária por não ter mais gente "esquisita" como eu ao redor, então eu ficava a maior parte do tempo ouvindo mp3 e desenhando pelos cantos, meio triste, rs.

(...) E quem também quiser responder a TAG fique à vontade, adoraria ler outras respostas! Peço que apenas lembrem de dar os créditos à minha tradução se possível.

Até a próxima,
Ariel